quarta-feira, 24 de abril de 2013

Peixes completam 7 anos de vida! - Parte 4

AS LEIS DE INCENTIVO: REDESCOBRINDO O CIRCO-TEATRO

No início do ano de 2010, os Peixes recebem uma notícia que mudaria a vida do grupo: o Projeto "Redescobrindo o Circo-Teatro" tinha sido aprovado no Programa de Valorização de Iniciativas Culturais (VAI) da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Falando de forma resumida, o VAI é uma Lei de Incentivo que "patrocina" as ações culturais de jovens fazedores de arte. Essas ações devem ter um forte apelo social e devem, prioritariamente, ser realizadas em regiões desprovidas de equipamentos culturais ou em parceria com equipamentos públicos. Em suma, o projeto deve ser executável e possuir relevância sócio-cultural.

Peixes e alunos da oficina 2010
O projeto "Redescobrindo o Circo-Teatro" possui quatro frentes de trabalho: a pesquisa sobre teatralidade circense; a circulação de espetáculos em repertório; a realização de uma oficina sobre circo-teatro; e a organização de um encontro de teatro amador. Não sabemos exatamente o que chamou atenção em nosso projeto, mas o importante é que ele foi aprovado. Não uma, mas três vezes! Duas no VAI e uma no Prêmio "Ensaiando Um País Melhor". Vamos falar com calma dos melhores momentos desse projeto!


OFICINA REDESCOBRINDO O CIRCO-TEATRO

Desde o início, os Peixes tinham o desejo de abrir uma oficina só para falar de Circo-Teatro. E com razão! Primeiro, porque o grupo é fruto de uma série de oficinas teatrais que durou mais de 5 anos. Segundo, porque oficina de teatro é o que não falta no mundo. Tem uma em cada esquina, praticamente. Agora, quantas oficinas de circo-teatro existem por aí? Pergunta difícil de ser respondida. Em nossas pesquisas, encontramos, no máximo, alguns workshops e oficinas de curta duração (a maior que encontramos tinha apenas 3 meses de duração) que tratavam do assunto. Na maioria dos casos, notamos uma confusão na nomenclatura pois de "circo-teatro" via-se muito pouco. Encontramos oficinas de circo (acrobacias, malabares etc),  palhaço, clown, dentre outras. Todas traziam o nome "circo-teatro", mas nenhuma trabalhava realmente o assunto. Nada espantoso, já que estamos falando de um conjunto de saberes dominado por poucas pessoas e cuja transmissão ainda se dá de forma oral. Com isso, arriscamos dizer que a nossa é a única oficina de Circo-Teatro de longa duração (9 meses) do Brasil! Claro que podemos estar errados. Pode ser que exista alguma oficina parecida escondida em algum lugar por aí. Mas procuramos e não encontramos... 

Exercício de voz na oficina 2010
A primeira edição da oficina foi bem modesta. Sediada no Centro Universitário de Cultura e Arte (CUCA), da UNE, a oficina pretendia ser dividida em módulos e, portanto, não havia a necessidade de fazer uma turma fechada. A ideia, na verdade, é que as aulas tivessem começo, meio e fim. Ou seja, uma pessoa poderia entrar no meio do ano que não influenciaria em nada. Com isso, optamos por não estipular um número de vagas. Mesmo assim, a procura foi relativamente baixa: 25 inscritos, dos quais apenas 14 pessoas apareceram no primeiro dia de aula. Apesar da pouca procura, foi uma grande experiência. Percebemos que a oficina precisaria, sim, ser um trabalho contínuo, com uma aula sendo ligada à outra e, portanto, ter uma turma fechada. Como tivemos poucos alunos, pudemos nos dedicar exclusivamente a eles, trabalhando muito bem a técnica de interpretação circense. No final do ano, o grupo (agora reduzido a apenas 3 pessoas) montou o espetáculo "Eles são Seis Cômicos" (do qual falaremos mais detalhadamente no futuro), com a participação especial de três Peixes: Carmem Garcia, Plínio Garcia e Rafael Garcia.

Aula de história do Circo-Teatro na oficina 2011
Aula de interpretação circense na oficina 2011
No ano seguinte, a oficina recebeu muitas melhorias. Em primeiro lugar, mudamos para um espaço com mais infra-estrutura: o Centro Cultural do Jabaquara. Estabelecemos, também, um número limitado de vagas (40) e fizemos um plano de aula, no mínimo, inovador. A oficina de 2011, logo de cara, já prometia ser bem superior à experiência de 2010: foram 120 pessoas inscritas lutando por uma de nossas vagas. Para não favorecer ninguém, optamos por um sistema de sorteio (que consideramos justo, já que não favorece nem o mais rápido, nem o mais experiente, indo contra as correntes "ordem de chegada" ou "carta de intenção"). Sobre as aulas, o grande diferencial foi a divisão em "matérias": os artistas-aprendizes teriam, então, aulas de história do Circo-Teatro, interpretação circense, expressão corporal e técnicas de acrobacia, expressão vocal e música para teatro, maquiagem, figurino, cenografia e iluminação. Tudo de graça!

Aula de maquiagem na oficina 2011
Foi um grande avanço para os Peixes, que se viram forçados a pesquisar cada vez mais para poder comunicar as técnicas da teatralidade circense com exatidão. O tempo todo, prezamos por algo que, em outras oficinas, acaba sendo substituído pelos números: a qualidade! O resultado foi a montagem de dois grandes espetáculos de conclusão de curso: "Lá em Cima do Piano..." e "Se o Anacleto soubesse...".

Espetáculo "Que mãe eu arranjei" - Oficina 2012
Espetáculo "Copabacana" - Oficina 2012
A terceira edição veio como confirmação de uma experiência bem sucedida. Após o grande acerto de 2011, poucas foram as alterações feitas na última edição de nossa oficina. No geral, foi repetir os acertos e concertar os erros. Ao todo, foram 125 inscritos. No final do ano, foi preciso montar três espetáculos de conclusão de curso: "Copabacana", "Que mãe eu arranjei" e "A Almanjarra". Concluída essa etapa, a Cia. Teatral Um Peixe achou que seria o momento ideal para voltarmos à pesquisa de linguagem e, portanto, uma boa hora para encerrar as oficinas. Mas o projeto continua vivo e a oficina "Redescobrindo o Circo-Teatro" voltará no futuro. Por enquanto, estamos fazendo aquilo que os Peixes fazem de melhor: estudar, estudar e estudar! Tudo para que, dentro de alguns anos, possamos reabrir as oficinas com muito mais material, maior compreensão e, consequentemente, mais qualidade!

Espetáculo "A Almanjarra" - Oficina 2012

terça-feira, 23 de abril de 2013

Peixes completam 7 anos de vida! - Parte 3

REFINANDO A PESQUISA: VAMOS À GUERRA, FILHOS DA TERRA!

Logo após a estreia de "A Mansão Veit", os Peixes iniciaram um novo trabalho de pesquisa. Familiarizados com o básico da teatralidade circense, era o momento de aprofundar o estudo e refinar a técnica. Foi nesse momento que surgiu o projeto "Vamos à Guerra, Filhos da Terra!".
André Domicciano (Chan Ti Lee) e Luanda Mangeni (Miss)

O foco deste novo trabalho estava na pesquisa acerca da miscigenação cultural no Brasil. Com isso, os Peixes foram divididos em vários grupos e, após uma extensa pesquisa sobre o tema, foram realizados seminários para coleta de material que daria origem ao texto de "Vamos à Guerra". Ao mesmo tempo, iniciou-se um trabalho de pesquisa corporal muito intenso. O objetivo era desenvolver mais as questões plásticas do corpo circense e a comicidade física. Não é à toa que, até hoje, "Vamos à Guerra" é considerado um dos melhores - e mais engraçados - espetáculos da Cia. Teatral Um Peixe. Curiosamente, mesmo com toda a aprovação popular que o espetáculo possui, é a única peça dos Peixes a nunca ter participado de festivais. Quem sabe no futuro!?

Aura Maximiliano (Helga) e Gabriel Alex (Raimundo)
Thiago Marangoni (Homeru) e Gabrielly Negreti (Medeixa) 
Mesmo assim, foi um dos espetáculos que mais circulou. Ao todo, foram 14 apresentações, sendo que a estreia se deu no dia 6 de Junho de 2009, no Centro Cultural do Jabaquara. Em seguida, fomos ao Centro Cultural Arte em Construção (lar do Pombas Urbanas, na Cidade Tiradentes), Casa de Cultura do Butantã e CEU Caminho do Mar. Por ironia do destino, a última apresentação de "Vamos à Guerra" se deu no mesmo palco onde tudo começou: a sala Gil Vicente do Teatro Ruth Escobar, no dia 20 de Julho de 2011.

Gabrielly Negreti como Medeixa

INFORMAÇÕES 

No intuito de apoderar-se do Sagrado Peixe Âmbar, Mestre Ist Ling promete seu filho em casamento sem que este saiba. No entanto, Homeru – o filho prometido – se apaixona por Júlia, a nova empregada da casa e filha do cangaceiro Raimundo, o Destruidor de Mundos.

FICHA TÉCNICA
Texto e direção: André Domicciano
Produção e administração: Carmem Garcia
Direção Musical: Gabriel Alex
Preparação vocal: Gabriel Alex
Cenário: André Domicciano, Plínio Garcia e Ricardo Schünemann
Figurino: Luanda Mangeni e Débora de Souza
Maquiagem: Luanda Mangeni e Renata Belarmino
Iluminação: Renata Belarmino
Vídeo Produção e Fotografia: Cleciane Tomé

ELENCO
Aline Hernandes (Ameixa)
André Domicciano (Chan Ti Lee)
Aura Maximiliano (Helga)
Carmem Garcia (Júlia)
Gabriel Alex (Raimundo)
Grabrielly Negreti (Medeixa)
Luanda Mangeni (Miss Baigon)
Mariana Oliveira (Batian)
Matheus Alves (Mestre Ist Ling)
Plínio Garcia (Mama Dragão)
Rafael Garcia (Lamparina)
Renata Belarmino (Cafusa)
Thiago Marangoni (Homeru)

MÚSICOS
Alan Teruel (Violão)
Ricardo Schünemann (Percussão)
Thiago Presser (Violão)
Gabriel Alex (participação especial na flauta)

Peixes completam 7 anos de vida! - Parte 2

O PRIMEIRO DE TODOS: A MANSÃO VEIT


"A Mansão Veit" na 2ª edição do Festival de Teatro Cidade de São Paulo (Teatro Bibi Ferreira)

Escrita originalmente em 2003, "A Mansão Veit" contava a história do assassinato da milionária Olávia Veit. A peça - um sucesso inesperado na ETEC Guaracy Silveira - era uma comédia policial interativa, permitindo ao público subir ao palco para investigar a cena do crime, encontrar pistas e votar, ao final do espetáculo, em um dos suspeitos. 

Três anos depois, já na Cia. Teatral Um Peixe, a peça foi reescrita aos moldes circenses, com personagens arquetípicos, muitos disfarces e quiproquós. O enredo sofreu algumas modificações para se adequar à nova linguagem. Os nomes das personagens foram mantidos, mas suas funções mudaram (em 2003, Ivonete era uma repórter ativista; em 2006, passa a ser a ingênua filha de Olávia etc.). 
Pedro Rodrigues como Marisal
Thiago Marangoni (Marcos) e Gabrielly Negreti (Ivonete)
Ao todo, desde sua estreia no Teatro Ruth Escobar, foram realizadas 16 apresentações de "A Mansão Veit", passando por diversos espaços (Teatro Ruth Escobar, Centro Cultural do Jabaquara, Teatro Plínio Marcos, Teatro Bibi Ferreira, Teatro Municipal de Cerquilho e Parque Anhanguera). Até hoje, é o espetáculo mais premiado dos Peixes, tendo recebido os prêmios de Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Ator, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Cenografia e Melhor Figurino, além de cinco indicações (ator coadjuvante, atriz coadjuvante, ator, atriz e texto original) e a menção honrosa de Proposta Destaque.
Plínio Garcia como Bartolomeu Veit
Carmem Garcia (Cassandra) e Rafael Garcia (Maurício)
Sua última apresentação foi realizada no dia 21 de Novembro de 2010, como parte integrante da V Mostra Cultural do Centro Cultural Jabaquara. Mas o espetáculo não morreu! Temos planos para ele num futuro próximo...



INFORMAÇÕES

Em sua festa de aniversário, Olávia Veit tem sua casa invadida por vigaristas, mas um dos malandros acaba se apaixonando pela filha da ricaça. Baseada nas comédias circenses, a Mansão Veit faz uma sátira da sociedade burguesa, colocando em cheque valores éticos e morais por meio de humor, confusões, enganos e muitas revelações, além de resgatar uma linguagem teatral praticamente esquecida.

FICHA TÉCNICA 
Texto e direção: André Domicciano
Produção e administração: Carmem Garcia
Direção Musical: Gabriel Alex
Preparação vocal: Gabriel Alex
Cenário: André Domicciano, Plínio Garcia e Ricardo Schünemann
Figurino: Luanda Mangeni e Débora de Souza
Maquiagem: Luanda Mangeni
Iluminação: Renata Belarmino

ELENCO
Aelson Lima (Dr. Nakata)
Dalila Alcântara (Ivonete)
Aline Hernandes (Elisa)
André Domicciano (Damião)
Carmem Garcia (Mde. Cassandra)
Luanda Mangeni (Olávia Veit)
Mateus Alves (Meneslau)
Gabriel Alex (Marisal)
Plínio Garcia (Bartolomeu Veit)
Rafael Garcia (Maurício)
Thiago Marangoni (Marcos)

MÚSICOS
Alan Teruel (Piano)
Ricardo Schünemann (Percussão)
Thiago Presser (Violão)
Gabriel Alex (participação especial na Flauta)

Peixes completam 7 anos de vida! - Parte 1

UMA REUNIÃO SEM PRETENSÃO 

Às 10h do dia 22 de Abril de 2006, no auditório da ETEC Guaracy Silveira, em São Paulo, nascia oficialmente a Cia. Teatral Um Peixe. "Oficialmente" porque o nome já era usado desde 2003 para definir o núcleo do Grupo Teatral Ed Wood dirigido por André Domicciano. Na época, o projeto que deu origem ao grupo tinha como objetivo mostrar, na prática, a realidade de uma cia. teatral aos alunos que, até então, tinham participado da oficina de teatro da ETEC Guaracy Silveira. Como norteador do trabalho, optou-se por estudar a interpretação circense e montar uma versão reescrita do espetáculo "A Mansão Veit". E só.

Projeto original apresentado à ETEC Guaracy Silveira

OS DEZ PEIXINHOS

Um bom grupo é aquele que possui entre sete e catorze pessoas. Essa era a mentalidade que eu possuía na época. Então, não foi ao acaso que chamei dez pessoas para compor o grupo. Inicialmente, essas pessoas seriam - exclusivamente - alunos e ex-alunos da oficina de teatro da ETEC Guaracy Silveira. No entanto, algumas das pessoas convidadas acabaram não aceitando a proposta e, com o passar do tempo, esse "pré-requisito" foi abandonado. No dia de sua fundação, a Cia. Teatral Um Peixe tinha como membros Aline Gomes, Camila Nuñes, Carmem Garcia, Danilo Sarvas, Marcelo Mitsunaga, Pedro Rodrigues, Ramon Alexandre, Ricardo Schunemann, Tales Albuquerque e André Domicciano. Com o passar do tempo, algumas pessoas foram deixando o grupo e outras foram chegando. Não importa. Aqui, temos como regra que, uma vez Peixe, sempre Peixe!

No total, foram cerca de 52 Peixes, sem contar os alunos das oficinas realizadas na ETEC Guaracy Silveira e no Projeto "Redescobrindo o Circo-Teatro" entre os anos de 2010 e 2012. E pensar que tudo isso começou com dez pessoas numa reunião sem grandes pretensões no auditório de uma escola...


POR ONDE COMEÇAR?

O mais lógico, na hora de se contar uma história, seria seguir uma ordem cronológica. No entanto, foram tantas as realizações do grupo que, em determinado momento, repetiríamos muita coisa se falássemos de cada ano. Então, acredito que o ideal seja falar um pouco de alguns momentos marcantes e as ações mais relevantes. Vamos a eles...


RUTH ESCOBAR - A ESTREIA!

Todo grupo de teatro, no início, esbarra na grande dificuldade chamada "espaço". Espaço pra ensaiar, espaço pra apresentar, pra guardar as coisas etc. Assim foi com os Peixes. Tínhamos em mãos uma peça em vias de estreia. Nos inscrevemos em um festival estudantil, não sendo aprovados. E agora? Onde estrear o espetáculo? Foi neste momento que caiu do céu a nossa salvação. Na época, o ator Aelson Lima estudava na FPA (Faculdade Paulista de Artes) - que possui uma parceria com o Teatro Ruth Escobar. Todo ano, é feita uma Mostra de Teatro no mês de Julho onde só participam grupos que tenham como membros alunos da faculdade. Perfeito! Foi a junção da fome com a vontade de comer! 

No dia 9 de Julho de 2007, na sala Gil Vicente do Teatro Ruth Escobar, a Cia. Teatral Um Peixe sobe aos palcos pela primeira vez com o espetáculo "A Mansão Veit". Com casa cheia nos três dias de apresentação, os Peixes viram que a coisa funcionava! A partir daí, muita coisa viria...

Da esquerda pra direita: Pedro Rodrigues, Thiago Marangoni, André Domicciano,
Gabriela Bastos, Mateus Alves, Aline Hernandes, Aline Gomes, Aelson Lima e Carmem Garcia



 CONTINUA...

domingo, 24 de março de 2013

Programa VAI 2013 - Resultado



Saudações, amigos! 


Como fazemos todo ano, segue abaixo a lista dos aprovados no Programa VAI. Mais uma vez, queremos parabenizar a todos os contemplados e, principalmente, aos nossos amigos que, mais uma vez, conseguiram ter seus projetos aprovados!

Sem mais enrolações...

PESSOA FÍSICA 

AR 007 Núcleo de Pesquisas corporais Habitat 
AR 008 Curta literatura 
AR 010 Moderna e contemporânea: intervindo no cotidiano 
AR 011 Vai brincar lá fora! 
AR 023 Tecer 
AR 031 Uma arriscada trama  de picadeiro e asfalto 
AR 037 Casa de cultura sociedade Alternativa 
AR 053 O canto poético conquista 
AR 054 Cidade Tiradentes em Foco 
AR 058 Funk TV visita 
AR 060 A migração nordestina da seca a cidade grande 
AR 061 Por dentro do sistema 
AR 072 Expresso Burlesque 
BT001 Tocando e aprendendo na ponta dos dedos 
BT011 Choro das Estações 
BT026 XXIII Vezes João 
BT031 Tropeiros da Arte 
BT037 Olhares do paraíso 
CCJ 002 Útero Punk - Não se renda - Cultura Feminina  X Preconceito 
CCJ 010 Pelas Ondas da Rádio Estudantil II 
CCJ 013 Zona Norte Ataca! 
CCJ 015 Grupo de Percussão Tambores de Jeje 
CCJ 023 A margem do infinito 
CCJ 024 Escola: Arte e Atitude 
CCJ 026 O revoar das borboletas 
CCJ 028 Podcast Frequência Damata 
CCJ 031 Terça Afro 
CCJ 032 Forças Aliadas 
CCJ 033 Ao Som da Sanfona: Narrações de contos literários 
CCJ 034 Coleção Literária Besouro 
CCJ 041 Periferiação 
CCJ 043 Crie, Molde e Costure 
CCJ 044 Entre becos e vielas 
CCJ 061 ArtiHorta- Encontros de Lua Cheia
CJA 006 Trilhas do HIP HOP 
CJA 016 Diversidade de ritmos, Memórias e Culturas 
CJA 025 Trupe Ortaética de Teatro Comunitário 
IP 014 Arte e cultura na Kebrada 
IP 015 Circulando 
IP 023 Retrato de uma história 
IP 028 Crianças Raízes - coletivo Cultural 
IP 034 Doutor... Você vai morrer 
IP 035 O levante rua
IP 044 Tunpé Kojà Tité - revivendo o passado sagrado - comunidade 
MB 004 Cine Real Favela 
MB 006 Sertão amado - arte de um povo 
MB 007 O encontro no cortiço 
MB 017 Santo Amaro: o município que virou bairro 
MB 020 Aprenda o TeMA
MB 022 Circuito de Difusão Coreográfica 
MB 023 Quem canta um Canto 
MB 030 II Festival Saída de Emergência Cia. de Dança 2013 
MB 034 Mais que Feijão com Arroz - Arte para a Periferia da Periferia 
MB 037 Mães, Putas e Virgens 
MB 039 Poetas Ambulantes 
MB 040 Graffitiar 
MB 041 Fermentando a Biblioteca Comunitária 
MB 042 Nifu Nifa
MB 045 TV DOC Capão 
MB 046 Achadouros de Histórias 
MB 062 Sarau Literarua 
MB 065 Quebrada HQ 
MB 070 Música, Câmera e Ação 
MB 073 Cabide Vinil 
MB 074 Bloco Percussônico 
PC 007 Rádio Dahora 
PC 012 Batuque Arte Negra 
PC 014 Malungo  - Não deixe sua cor passar em branco 
PC 016 RPG Aventura & Confusão SP 
PC 017 A Água Acabou II 
PC 018 Refletindo o Espaço Oculto 
PC 019 De Canto em Canto - De Conto em Conto
PC 020 Cia da Vila em: O Jardim dos Pessegueiros da Cidade de São Paulo 
PC 022 Astúcia Filmes 
PC 024 Ação Cultural pela Vida 
PC 026 Tambor - Ecoa Grajaú 
PC 027 Expressão Cultural Periférica (ECP) 
PC 035 Griot: Geração a Geração 
PC 036 Sementes de Leitura 
PC 041 Hip Hop: Resgate das Origens
PC 042 Nem todos são santos, mas todos São Paulo 
PC 051 Convercine - Tangará 
PC 053 Graja na Cena: Existir, Resistir e Transmitir 
PE 007 Poéticas da Diferença - Reconhecendo o outro 
PE 021 Paredes que gritam - UM Documentário sobre o grafitte de protesto"
PE 026 Mudança de Estação 
PE 031 Informativo Cultura ZL 2 
PE 034 Entre Jardins 
PE 035 Party Arte 
PE 038 Penharol rap-a-dub 
PE 039 Itaquera de tantas eras 
PE 045 Mangalê 
PE 053 Tribuna Hip Hop "a consolidação" (*) 
SMC 004 A Flor de Chaplin - Uma Arte Em Movimento 
SMC 007 Carta Ao Pai Ou Cartografias Familiares 
SMC 011 Gueto Pro Gueto - Sistema de Som 
SMC 016 A Arte Como Ferramenta na Educação E Cidadania 
SMC 022 Batidas & Rimas 
SMC 025 Nhanerembiapo Pyau (Artesanato Contemporâneo Guarani) 
SMC 028 Oncalo Chao: Tim Maia 70 
SMC 029 Resgate Histórico do Movimento Hip Hop 
SMC 035 Suburbano - Batendo na Lata 
SMC 037 Reduto do Rap - Mixando Gerações 
SMC 044 Quem Dorme na Rua Passa O Dia de Pijama 
SMC 047 Pode Pá Que é Nois Que Tá 
SMC 051 Trupe Dunavo Descortina A Rua!
SMC 057 A Musica Toca Nossa Alma 
SMC 060 Deglutido 
SMC 064 Mecanismo de Educação 
SMC 088 Cine Rima Vida 
SMC 090 Facebunda 
SMC 104 Leitores de Paz 
SMC 121 Slam da Guilhermina
SMC 125 Revivarte Parque do Gato 
SMC 130 Eco Cine Favelas - Vila Prudente, Ilha das  Cobras E Estacao 
SMC 135 Acorda Zé 
SMC 145 Dmpb 2 - Ditadura Militar Popular Brasileira 
SMC 151 Desafio de Fio A Pavio 
SMC 153 Mjiba - Pretextos de Mulheres Negras 
SMC 154 Picadeiro Cultural 
SMC 155 Escola de Noticias -Cultura Em Comunidade E Educomunicacão 
SMC 157 Jardim Lapenna Em Foco 
SMC 161 Garimpando Cultura 
SMC 164 Guardanapos Poéticos - Lançamento do Livro: 100 Contos Por 10 Contos Trocados 
SMC 165 Cine na Comu 
SMC 176 Revolução Rap na Web 
SMC 181 (A) Mostra Periferia Invisível 
SMC 186 Livro Perifeminas - 2ª edição 
SMC 187 Sampa é América Latina 
SMC 188 Sarau Encontro de Caracóis 2 - Quem Não Soma Não Multiplica 
SMC 201 Romilda 
SMC 209 Sarau O que dizem os umbigos?!! 
SMC 210 Cine Quebrada 
SMC 220 Projeto Zumbido Quilombo Digital 
SMC 224 Rua de Fazer 
SMC 228 Museu Multimídia Itinerante do Hip Hop 
SMC 229 Fábrica de Arte 
SMC 236 Súbito 
SMC 241 "Teatro de jovens para jovens" 
SMC 250 Ateliepopularte II 
SMC 254 Boqueirão: Terra do despejo- projeto teatral do núcleo Macabéa 
SMC 263 Som na praça: Aventura Sonora Paulistana 
SMC 268 Livro nas ruas e grafite nos livros 
SMC 270 Olho por olho, lente da gente 
SMC 272 CircOlando na Periferia 
SMC 273 Projeto Praga 
SMC 275 Fatos em fotos - A narrativa da vida comum 
SMC 277 Teatro Lambe Lambe - O maior menor teatro do mundo 
SMC 282 Livros na Rua 
SMC 293 Mambembe, uma arte do povo para o povo 
SMC 299 Luau Paraisópolis 
SMC 311 Vídeo: olhar introspectivo da quebrada 
SMC 321 Intervalos 
SMC 336 Curso de DJ voltado para deficiente visual 
SMC 338 Preta ação na batida da revolução 
SMC 347 Ocupação Cultural 
SMC 365 Em pé, de passagem - OuçaDançaVejabatida 
SMC 380 Arena conta Zumbi 
SMC 384 Corpos Pensantes - Improviso, Criação e Expressividade 
SMC 388 Jornal Voz da Leste 
SMC 393 SUZART - Poética da Periferia 
SMC 395 Zamba Vídeo Clube 
SMC 403 Art'Culando 
SMC 411 Skakespeare não Dança na Rua 
SMC 423 ComuniCAPÃO: Conectando a Cultura Popular do Capão Redondo 
SMC 426 Bak Cultural 
SMC 427 Mulher Negra, Beleza Própria: F.P. 
SMC 431 DZ9+um=20 
SMC 441 Diversidade Componente Natural da Sociedade: Tribos Juvenis
SMC 445 Corte de Erês - Jabaquara Terra de Reis e Rainhas 
SMC 450 Mães e filhos contra a violência - memória, verdade e poesia perante o genocídio periférico em São Paulo
SMC 481 Aqui que a gente brinca! 

PESSOA JURÍDICA

CJA Associação Cultural Sinfonia de Cães 
MB 053 Empreendedorismo Hip-Hop 
PC 048 Cineclube da Comunidade
SMC 009 Grupo Cupuaçu - Centro de Estudo de Dança Pop Brasileira 
SMC 017 Associação da União das Mulheres Dalva Paixão hoteis e pousada

domingo, 17 de março de 2013

Mostra de Experimentos Teatrais do Jabaquara




A “Mostra de Experimentos Teatrais do Jabaquara” tem como objetivo a troca de experiências entre os diversos coletivos teatrais sediados no bairro do Jabaquara. Esse intercâmbio se dará através da realização de espetáculos de até 45 minutos de duração (com caráter experimental) seguidos de bate-papo. Com isso, espera-se um estreitamento na relação entre os grupos, mostrando as muitas linguagens trabalhadas dentro de uma mesma região. 

PROGRAMAÇÃO
13h – “Viagem ao Fundo da Cartola”, Cia. Teatral Um Peixe
14h – “Eterna Clausura”, Grupo As Fúrias
15h – “As frases mais faladas sobre os negros”, Cia. Instantânea de Teatro
17h – “Casamento F.C.”, Grupo de Teatro Kainotomia
18h – “Você também pode dar um defuntinho legal”, Grupo Teatral Novos Fulanos
19h – “Na toca do coelho”, Cia d’Os Palimpsestos

SERVIÇO
“Mostra de Experimentos Teatrais do Jabaquara”
Dia 27 de Abril de 2013, das 13h às 20h
Acervo da Memória e do Viver Afro-brasileiro (R. Arsênio Tavolieri, 45 – Jabaquara, São Paulo/SP)
Tel: (11) 5011-2421
Entrada gratuita

Organização: Cia. Teatral Um Peixe
Curadoria: André Domicciano

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Peixes em 2013

Antes de mais nada, um feliz 2013 a todos os amigos da Cia. Teatral Um Peixe! Esperamos que esse ano seja repleto de realizações e conquistas para todos nós.


O ano de 2012 terminou com um saldo bastante positivo para os Peixes. Veja o porquê:

1 - Foi o ano em que estreamos o espetáculo "Viagem ao Fundo da Cartola" (uma criação insana das mentes de Plínio e Rafael Garcia). A peça (criada originalmente para ser um curta) conta a história de dois aprendizes de mágico que, certo dia, caem dentro de uma cartola. Na tentativa de escapar, encontram um habitante da cartola e, como não poderia faltar a nenhuma comédia circense, armam inúmeras confusões (baseadas em gagues clássicas). O espetáculo teve sua estreia no IX Festival de Peças Curtas de Sumaré, sendo muito bem aceito pelo público e pelo júri, obtendo, dessa forma, os prêmios de melhor sonoplastia e maquiagem, além da indicação de melhor figurino. Também recebemos a menção honrosa de melhor pesquisa em linguagem cênica infantil. Segundo os jurados, nós deveríamos receber o prêmio de melhor espetáculo infantil mas, infelizmente, estouramos o tempo em 2 minutos (o máximo era 25 minutos de peça). Ficou o aprendizado! Duas semanas depois, participamos do XI Festival Curtas de Teatro de Osasco, recebendo as indicações para melhor figurino e iluminação, o prêmio de melhor sonoplastia e a 3ª colocação no festival (que nos rendeu um prêmio em dinheiro). Em Outubro, foi a vez do 4º Festival de Teatro Cidade de São Paulo. Com um desempenho bem abaixo do esperado, recebemos apenas a indicação ao prêmio de melhor ator. Dessa forma, "Viagem ao Fundo da Cartola" torna-se o espetáculo dos Peixes que conseguiu mais prêmios em menos tempo.


2 - Foi o ano em que viajamos, conhecemos novos espaços e reencontramos velhos amigos. Uma coisa é certa: o teatro une as pessoas. Não tem nada melhor que fazer amigos e isso os Peixes sabem fazer muito bem! E são essas amizades que nos fazem viver experiências únicas: em Maio, viajamos até Quadra (lar da Cia. 4 Cantos) para participar da 4ª mostra de artes cênicas de Quadra com o espetáculo "Eles são Seis Cômicos". No dia seguinte, fomos até Barueri com o mesmo espetáculo participando da 1ª Mostra de Teatro Amador da cidade. Que teatro, hein!? Esperamos voltar mais vezes! E assim vamos incrementando nossa "turnê" pelo Estado de São Paulo. Próxima parada?


3 - Foi o ano em que recebemos o Prêmio "Ensaiando Um País Melhor". Fazer teatro envolve uma série de dificuldades. Uma delas, com certeza, é a questão financeira. Teatro É caro e, por mais versátil que você seja, em algum momento você terá que gastar dinheiro. Só que não é muito legal você tirar dinheiro do seu bolso pra fazer teatro. Isso significa que você está pagando pra trabalhar! É nessas horas que é bom ter uma lei de incentivo do seu lado. Poder trabalhar com aquilo que gosta e ainda gastar sem peso na consciência é tudo de bom! Isso traz crescimento ao grupo: podemos investir em equipamentos, podemos dar asas à imaginação e concretizar exatamente aquilo que estava preso em nossas mentes. Depois de dois anos de VAI, esse prêmio foi um grande alívio! E agora? Como sustentaremos nosso trabalho esse ano? Boa pergunta...

4 - Foi o ano da 3ª edição da PIRACEMA - Encontro de Teatro Amador de São Paulo. Maior que nunca, a PIRACEMA foi o maior evento que o Centro Cultural do Jabaquara já viu! Em 5 dias, tivemos 35 atrações, 16 coletivos e cerca de 1200 pessoas, entre artistas, convidados e público espontâneo. Com a já conhecida qualidade que só os Peixes sabem proporcionar, a PIRACEMA foi um exemplo de organização. Tudo redondinho, dentro dos eixos. Nada feito nas coxas, de última hora. Com dois meses de antecedência, a programação estava pronta. Além disso, o evento está cada vez mais ganhando visibilidade fora do município. Em 2012, recebemos grupos de Mogi Mirim, Quadra e até do Rio de Janeiro! Se continuar desse jeito, em breve teremos um evento Nacional!


5 - Foi o ano do 3º ciclo da oficina "Redescobrindo o Circo-Teatro". Foram recebidas cerca de 125 inscrições, das quais apenas 40 pessoas foram contempladas com uma vaga na única oficina de Circo-Teatro do Brasil. Amadurecida, a oficina teve grande procura por pessoas com experiência na área e acima dos 25 anos. Recebemos inscrições de pessoas do Macunaíma, Célia Helena, Wolf Maya, ELT, ETA, SP Escola de Teatro e até da ECA. Isso indica o nível de importância que uma oficina especializada possui. Infelizmente algumas pessoas tiveram alguns problemas (a maioria, estudo ou trabalho) e abriram mão da oficina. Mesmo assim, formamos 18 artistas de alto nível. São pessoas que estão preparadas para formar seu próprio grupo, ingressar em algum já existente ou dar continuidade aos estudos em alguma instituição de nível superior. Nos 9 meses de oficina, tiveram aulas de história do Circo-Teatro, interpretação circense, corpo, voz, maquiagem, figurino, cenografia, iluminação e música para teatro. Formação assim só os Peixes oferecem!


Agora é hora de pensarmos neste ano que começa. No dia 26 de Janeiro faremos nossa tradicional reunião de coordenação onde decidiremos os rumos que o grupo tomará em 2013. Muita coisa já foi decidida na reunião que tivemos no dia 8 de Dezembro. Vamos às mais importantes:

1 - A 4ª edição da PIRACEMA - Encontro de Teatro Amador ACONTECERÁ! Tendo em vista o crescimento do evento, ainda estamos avaliando os espaços que podem recebê-lo. A ideia é manter o formato (4 ou 5 dias de evento, dependendo do tamanho e disponibilidade do espaço), receber mais 4 coletivos (totalizando 16 grupos oficiais e mais uns tantos convidados) e reestruturar as mesas-redondas (que passarão a ser temáticas e compostas por 3 ou 4 grupos);

2 - Os Peixes NÃO REALIZARÃO oficinas em 2013! Tendo em vista a experiência positiva que tivemos no último ano, achamos que é o momento ideal para voltarmos à pesquisa teatral. Dessa forma, dentro de alguns anos poderemos reabri-la com muito mais material e qualidade. É um passo importante, já que nós entendemos que o foco do grupo está no desenvolvimento de linguagens, técnicas e estéticas teatrais. Dessa forma, não cristalizaremos o trabalho nem viveremos na mesmice. Queremos trazer coisas novas acerca de teatralidade circense, tanto para nosso público quanto para nossos artistas-aprendizes.

3 - Pretendemos estrear "O Monstro de Jackson" em Julho. Este, inclusive, é um dos motivos que favoreceu a não-realização das oficinas em 2013. Sem as oficinas, teremos mais tempo para produzir nosso novo espetáculo (que já completa mais de dois anos de trabalho). É a maior peça dos Peixes e, também, a mais exigente. Ter tempo para realizá-la garante sua qualidade (algo que os Peixes prezam acima de tudo). Também continuaremos com nosso trabalho paralelo, de caráter experimental. O objetivo é levantar uma nova peça curta até Junho. O trabalho já se encontra em andamento.

4 - Queremos participar de alguns festivais e continuar viajando por cidades do interior. Percebemos, nesses últimos três anos, o quanto nosso nome ganhou peso e reconhecimento fora de São Paulo. É incrível, mas aqui não somos tão conhecidos quanto em outras cidades. Temos, inclusive, fama de ser um grupo de qualidade. Queremos ampliar isso. A princípio, parece ser uma boa ideia formar um público fora para ter reconhecimento dentro da cidade. De qualquer forma, essa frente de trabalho terá peso secundário em 2013. A partir do momento em que as viagens se mostrarem improdutivas ou interferirem na produção de "O Monstro de Jackson", elas serão repensadas.

5 - Buscaremos novas leis de incentivo que acompanhem o crescimento do grupo. Temos que pensar exatamente qual a amplitude de nossas ações e que leis podem contemplá-las. O grupo tem, cada vez mais, assumido um trabalho de ordem estadual. É possível que a saída esteja aí...


Agora é lutar para que dê tudo certo neste ano! Será um ano de novos desafios e grandes mudanças, onde buscaremos sempre o crescimento e o amadurecimento do trabalho. Para isso, é necessário estudo e, acima de tudo, compromisso para com aqueles que acompanham nosso trabalho. Que 2013 seja, mais uma vez, um ano positivo para os Peixes!